Mostrando postagens com marcador Severino Borges. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Severino Borges. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO!

(Severino Borges)




Um feliz ano novo para todos leitores,poetas,artistas que estiveram no Poesia Diversa! Em janeiro estamos de volta.

sábado, 5 de junho de 2010

A ARTE DA XILOGRAVURA: ENTREVISTA COM SEVERINO BORGES







1 – Quando ocorreu seu contato inicial com a arte da xilogravura?

Desde pequeno que vejo esse trabalho, em casa e na casa de meu tio J. Borges, mais foi em Olinda que comecei fazer minha xilo, estava desempregado e Pai (AMARO FRANCISCO) me chamou para ajudar ele e aí eu comecei 94 se não me engano.

2 – Fale um pouco sobre as origens da xilogravura.

Na minha família começou com J. Borges depois pai, Amaro Francisco e aí pelos primos e outro da família, tudo pela necessidade de sobreviver.

3 – Quais são suas influências nessa arte?

Eu consegui criar outros artigos que antes as pessoas não tinham, como bolsas, azulejos que já tinha no Ceará e em Pernambuco não, e em Recife fiz uma loja com o nome XILOGRAVURA isso deu uma divulgação de boca a boca muito legal. Na casa da cultura em recife tem 105 lojas e só tinha xilo na minha loja aí os clientes procuravam pela casa, com isso as outras lojas começaram a comprar aos outros artistas também, com isso a xilo foi lá pro auto virou moda em recife e no Brasil.

4 – Como você vê a relação entre a arte da xilogravura e a poesia?

Tem tudo haver, nossa arte começou por conta da poesia, J. Borges fez sua primeira xilo para um de seus cordéis, uma anda de lado da outra. A xilo pernambucana começou por conta da poesia popular os cordéis.

5 – Quais artistas você destacaria na arte da xilogravura?

Têm muitos. Admiro muito J. Borges por ser o pioneiro na minha família e meu Pai AMARO FRANCISCO, analfabeto, pedreiro sem nenhuma formação só a da vida, fez xilos maravilhosas.

Xilogravura.zip.net

sábado, 29 de maio de 2010

PEDRO MEXIA: POEMA

(Xilogravura Severino Borges)
Não é Preciso

Não é preciso que a realidade exista
para acreditarmos nela. Na verdade,
se não existir tudo é mais luminoso.
Mundo, evidência submissa e soberana.