Mostrando postagens com marcador Modest Cuixart. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Modest Cuixart. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de abril de 2012

FELIPE STEFANI: POEMA


(Modest Cuixart)


SEM TÍTULO


I



Imagino através das cítaras.
Ouço pelo esquecimento.

Levanto.

Respiro.

Sei que o mundo é imenso.




II



Como são abruptos
os sinos mudos do outono.

Violento,
o rasgo anterior
de um grito inaudível.

Tudo é sono.

Pois tudo tende,
de uma forma secreta,
contra as lacunas abismais do esquecimento.




***

Santos 2010.


domingo, 19 de fevereiro de 2012

POEMA


(Modest Cuixart)


ESSÊNCIA
Caminhas sob a noite como um sol póstumo.
Passos tardios de disseminadas lembranças.
Desfolha-se o sono dos esquecidos.
Há uma verdade para os olhos,
sua essência não se restringe aos fatos.
Há uma verdade para o coração,
sua essência não se restringe à solidão.